Home
HOMEBROKER S2 
Cadastre-se
Atualização Cadastral
Clube de Investimentos
Fundos Administrados
Sita Gestão
Acesso Cotista
Tesouro Direto
CEI - Canal Eletrônico
Serviços
Glossário
Ajuda
Segurança
Custos
Riscos Relacionados aos Mercados
Regulamentação
Cias. Listadas
Inf. de Mercado
Fatos Relevantes
Links Importantes
Ouvidoria
Pôster Eletrônico IBOVESPA
Curso Básico
  - Como investir em ações
- Como investir em tesouro direto
- Como investir em Etfs
Fale Conosco
Denúncia
   
 
Comercial 3.2150 3.2170 -0.18 17:20
Paralelo 3.1700 3.3700 +0.00 16:21
Turismo 3.1500 3.3800 -0.29 16:21
 
 
  Corretora Autorizada
 
   
  Fatores de Risco Relacionados ao Mercado de Atuação
   
 

Risco de Mercado
É o risco associado às variações do valor dos ativos que integram ou que venham a integrar a carteira do cliente em função das flutuações de preços e cotações nos mercados de câmbio, juros e bolsas de valores. Entre os fatores que afetam estes mercados, destacamos fatores econômicos gerais, tanto nacionais quanto internacionais, tais como ciclos econômicos, política econômica, situação econômico-financeira das empresas emissoras de ações e títulos e outros. Em caso de queda do valor dos ativos que compõem a carteira, o patrimônio do cliente pode sofrer perdas, dependendo do momento quando o cliente necessite se desfazer de suas posições.

Risco de Crédito
É o risco de inadimplemento ou atraso no pagamento de juros ou principal dos títulos que compõem a carteira. Neste caso, o efeito no Fundo é proporcional à participação na carteira do título afetado. O risco de crédito está associado à capacidade de solvência do Tesouro Nacional, no caso de títulos públicos federais, e ao da empresa emissora do título, no caso de títulos privados.

Risco de Liquidez
É o risco associado à ausência de demanda pelos ativos que compõem a carteira, tanto por questões relacionadas diretamente ao ativo ou por fatores específicos do mercado em que este ativo é negociado. Neste caso, o cliente poderá:
(i) encontrar dificuldades para converter seus ativos em reservas (caixa) e atender a eventuais necessidades;
(ii) liquidar posições oferecendo descontos nos preços dos ativos para fazer caixa acarretando em perdas ao cliente.

Risco Proveniente do Uso de Derivativos
É o risco associado ao uso de derivativos à título de proteção da carteira (hedge) ou alavancagem do carteira.
Hedge: derivativos são utilizados para proteção de flutuações de mercado dos ativos que compõem a carteira. Eventualmente, por questões técnicas do instrumento derivativo utilizado, este pode não oferecer uma proteção perfeita da carteira do cliente, causando descasamento de preços entre o ativo protegido e seu derivativo.
Alavancagem: instrumentos derivativos permitem ao cliente tomar posições nos mercados sem utilização do seu caixa (alavancagem). Neste caso, grandes oscilações no mercado podem levar a perdas superiores àquelas que o cliente possa suportar.

ALERTA DO MERCADO DE OPÇÕES.

Risco do Titular da Opção de Compra
O risco do titular de uma opção está limitado ao valor pago pelo prêmio da opção. No entanto, é necessário que o investidor esteja consciente de que ele poderá perder até a totalidade de seu investimento, se o comportamento do preço a vista da ação objeto, após a aquisição das opções e até o seu vencimento, não for favorável à sua posição (as opções são válidas apenas por determinado período, ao final do qual expiram).

Explicando melhor: no caso das opções de compra, se o titular permanecer de posse da opção até o vencimento e, nessa data, o preço a vista da ação estiver abaixo do preço de exercício, ele não a exercerá (não seria vantajoso comprar as ações por um preço maior do que o do mercado). No jargão do mercado, a opção terá "virado pó" e o investidor terá perdido integralmente a quantia que gastou para adquiri-la.


Risco na Venda a Descoberto (Lançamento de Opções )
O lançamento de opções de compra a descoberto, ou seja, para assumir o compromisso de vender ações, que o investidor não possui, é uma estratégia que envolve um elevado grau de risco.

Explicando melhor : o titular da opção somente vai exercê-la se o preço a vista do papel for superior ao preço de exercício da opção. Para o lançador, isso significa que ele será obrigado a adquirir as ações no mercado a vista para entregá-las pelo preço de exercício. A partir do momento em que a diferença entre o preço a vista e o de exercício for maior que o prêmio recebido, o lançador estará incorrendo em prejuízo, que aumentará de acordo com a valorização da cotação a vista.

Outro aspecto a ser considerado nessa estratégia é que, durante toda a vigência de sua posição, o lançador descoberto estará obrigado a depositar garantias para cobrir os prejuízos potenciais da operação, cujo valor é calculado diariamente pela CBLC – Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia.


Prazo de Expiração das Opções
É importante que o investidor esteja consciente que as opções têm data de vencimento e o direito de exercício é valido até esta data . Após a data de vencimento, a opção expira, perdendo totalmente sua validade.

Outro ponto importante a destacar é que na BOVESPA o exercício da opção não é automático, ele deve ser solicitado pelo titular da opção. Outro aspecto a ser considerado nessa estratégia é que, durante toda a vigência de sua posição, o lançador descoberto estará obrigado a depositar garantias para cobrir os prejuízos potenciais da operação, cujo valor é calculado diariamente.

Isso significa que, mesmo nos casos em que o exercício é claramente vantajoso para o titular, ele somente ocorrerá se for comandado pela Corretora, atendendo a instruções recebidas do titular. O pedido de exercício pode ser transmitido pelo investidor à Corretora através de "e-mail", telefone, fax ou outro meio previamente acertado entre ambos. Na hipótese de um titular deixar de solicitar o exercício, a opção vai expirar e o investidor, além de não ter se aproveitado de uma situação vantajosa, ainda perderá integralmente o prêmio pago quando da aquisição das opções.

   
   
Todos os direitos Reservados SITA Desenvolvimento de site: ITALIC